quarta-feira, 7 de março de 2012

O CÉREBRO E O RIGOR EXCESSIVO

            Todos temos uma característica, necessária, para nosso papel na terra. A vida precisa dos ousados, extrovertidos, introvertidos, brincalhões, fervorosos, rigorosos, etc, mas não em todos os momentos. Quando se aprende a comportar-se de acordo com a necessidade de cada situação, então, chega-se a sabedoria de viver, e isso só é possível com uma visão coletiva, educativa e solidária, perguntando-se, se gostaria de ser tratado como trata, e de receber do outro como realiza. O rigor excessivo gera antipatia e mágoa que volta-se contra o autor, pela Lei de Retorno, podendo adoecer seu cérebro e corpo, ao longo do tempo, e perturbá-lo, após a morte, com os comentários dos magoados. No capítulo 11, do livro LIBERTAÇÃO de André Luis/Chico Xavier, temos o caso do policial, alcançado pelos pensamentos de indignação das vítimas, afetando seu cérebro que, segundo o instrutor, só poderá livrar-se por uma "extrema modificação mental para o bem". Pensamentos ruins alcançam a quem estiver na mesma faixa. Mudando-se a mente, para melhor, pela leitura e conversação edificantes, oração e ajuda aos necessitados, imuniza-se contra pensamentos destruidores, harmonizando-se com duas leis da vida: Lei de Progresso e Lei de Solidariedade.
 
                                              José Matos - 07.03.2012

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