segunda-feira, 2 de julho de 2012

NEM CRISTO, NEM BUDA, NEM MAOMÉ, NEM...


                 Os religiosos, em geral, frequentam os templos apenas como passatempo, e seus guias: Padres, pastores, rabinos, etc, são somente  burocratas das religiões. Raramente encontramos entre eles alguém que tenha procurado a sua evolução espiritual pelo estudo, reflexão, meditação e trabalho de ajuda aos necessitados  o fizeram Yogananda, Bahaulah, Chico Xavier, Madre Tereza ou São Francisco de Assis.. 
 
                 Os Gurus orientais insistem no desenvolvimento espiritual individual obtendo pouco sucesso e, Jesus afirmou que o que ele fazia seus seguidores podiam fazer também e até mais, indicando que os Mestres devem ser vistos como lembranças das nossas próprias possibilidades e não como seres de adoração e dependência.
 
                  O desenvolvimento espiritual deve acontecer no dia a dia, também. O interesse pelo próximo, compreensão e cooperação levam ao desenvolvimento em etapas ou graus e, é conhecido como caminho ou senda, geralmente dividido em sete etapas ou cinco, de acordo com a tradição. Ao iniciante dá-se o título de neófito ou pedra bruta. O Mestre Emmanoel ensinava que o objetivo da vida é o desenvolvimento de duas asas: Bondade e sabedoria. As dificuldades para conquistá-las é o que chamamos de provas e são elas que levam o discípulo a mudança de grau, evolução ou crescimento espiritual.
 
                                               José Matos - Brasília - 25,06.2012

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