Desde os primórdios, o homem busca explicações, e Jesus ensinava que "nada há oculto que não venha a ser revelado". Criado o espírito, o criador lhe dá a liberdade de viver, relativamente, como lhe apraz. No início da caminhada, predomina o destino que se transforma gradualmente numa programação, podendo ser alterada para melhor ou pior, de acordo com a vontade de cada um. Essa vontade pode ser exercitada por uma escolha desagradável aos olhos humanos - como a deficiência física ou mental -, mas de grande utilidade aos olhos de Deus, para o deficiente, família e sociedade. Nesse caso, o espírito encara a deficiência como um sacrifício que dará mais repercussão a missão que trará à terra. É o caso de Nick, o deficiente australiano, sem braços e sem pernas, que está encantando o mundo com suas palestras, ou de Braile, que trouxe a linguagem dos cegos, pelo tato, ou ainda, de Aleijadinho, o escultor de Minas Gerais. Mas há também a deficiência curativa, quando o espírito que, desarmonizado no plano espiritual, só pode curar-se através de um corpo físico que funcionará como um filtro, devolvendo-lhe o equilíbrio. Chico Xavier dizia que grande parte dos deficientes nascem de mães com muita capacidade de amar. Deficiência não é castigo. É escolha humana, mas Deus recompensa a quem os recebem.
José Matos - Brasilia - DF - 26.01.2012
Muito bom comentário, Zé Matos! Parabéns, vou continuar lendo seus artigos escritos no Facebook. Abraços
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