Antes do século X, dizia-se que o mundo acabaria no ano mil, e como não acabou, mudaram para o ano dois mil. Comentava-se no meio dos adoradores do fim do mundo: " De mil passou, mas de dois mil não passará". Passou. Agora, o fim foi deslocado para dezembro deste ano baseado, erroneamente, numa profecia maia. Este povo tinha o hábito de fazer calendários, e como foram exterminados, o calendário parou em 2012, então, os adoradores interpretaram como sendo a indicação do fim do mundo. A verdade é que a terra, assim como as pessoas, nasceu, desenvolve-se, e num futuro muito distante também morrerá obedecendo a lei de destruição que a tudo renova. Entretanto, há também, os adoradores do apocalipse que nele se baseiam para também alardear o fim, esquecendo o fim do próprio livro quando, após o anúncio de uma série de catástrofes, que em sua maioria já se passaram, João Evangelista concluiu: " Aí, eu vi um novo céu e uma nova terra", logo, o autor em sua obra, referiu-se ao fim de uma era e não ao fim do mundo, certamente uma nova era onde o bem predominará, e neste sentido, muitas tradições confirmam este advento com o nome de nova era, era de aquário, etc.
José Matos - Brasília - DF - 16.04.2012
Nenhum comentário:
Postar um comentário